quinta-feira, 30 de junho de 2011

Oração a Pai Xangô

     Amado Pai Xangô, Justiça Divina do Criador Olorum!
     Rogamos a Vós, Querido Pai, que nos irradie e nos envolva com Vossos fluidos energéticos ígneos, equilibrando-nos e harmonizando-nos em todos os sentidos. Traga força e Luz em nossos caminhos, para que nelas vivamos e as usemos em benefício de nossos semelhantes, com Justiça e Amor.
     Aqueça-nos, ó Pai Divino, com Vosso calor sagrado, expandindo nosso campo de ação e estimulando em nós sentimentos nobres, para que nos tornemos luzes calorosas, ajuizadas e sensatas do nosso Divino Criador.
     Estimule em nós, Pai Xangô, o aquecimento de nossos corações, para que vibremos sentimentos justos, sábios e equilibrados, livrando-nos das trevas, para que sempre sirvamos à Luz e à lei Divina.
     Acolha-nos em Vossa Luz, dando-nos sabedoria, conhecimento e oportunidade, para eliminarmos as pedras e os espinhos que por ventura encontremos em nossa caminhada. Traga-nos força e proteção, para que nossos caminhos sejam abertos e sem tropeços e nossos pensamentos e sentimentos íntimos sejam abençoados e amparados pela Lei.
     Vós que sois o Juiz da Lei Divina, Pai Amado, anule as magias negativas dirigidas contra nós, pesando-as em Vossa balança e purificando os pecadores em vossa chama sagrada, de acordo com o merecimento de cada um.
     Ajoelhamos diante de Vós, Justiça Divina da Lei Maior, e pedimos por nós, por nossos familiares e amigos e por todos os seres ligados a nós pelos cordões invisíveis da vida.
      Estenda a Vossa Luz, ó Pai Xangô, a todos aqueles que caminham na escuridão dos instintos e emoções negativas da matéria ou do espírito, para que eles tenham a oportunidade de descobrir Vosso calor, equilíbrio e Justiça Divina.
Livre-nos, Pai, da escravização às emoções e aos instintos, refreando e transmutando nossos sentimentos e atitudes negativos, para que nos tornemos amorosos, fraternos, bondosos, benevolentes e tolerantes com os nossos semelhantes.
     Abençoe-nos, Pai da Justiça Divina!
     Kaô Kabecilê, amado Pai Xangô!

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